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Marinho x Pacheco: a última chance do Senado
Eleição desta quarta-feira determinará o futuro da Casa: autonomia ou submissão. Küster, Grimaldo e Briguet discutem o tema no Conexão KGB
No dia 31 de agosto de 2016, Renan Calheiros e Ricardo Lewandowski protagonizaram um dos episódios mais bizarros da história do Senado Federal, ao “fatiarem” o impeachment da presidente Dilma Rousseff, afastando-a do cargo, mas mantendo os seus direitos políticos. Com isso, a Mulher Sapiens pôde se candidatar ao Senado por Minas Gerais em 2018, levando o povo mineiro a despejar votos no então desconhecido Rodrigo Pacheco, o Pachequinho. Graças à manobra de Renan-Lewandowski, temos hoje na Presidência do Senado uma das mais pusilânimes e medíocres figuras que já passaram por aquela Casa. Pacheco, um dos piores (se não o pior) presidentes da história do Senado tenta amanhã sua reeleição ao cargo. A recondução de Pachequinho seria um suicídio moral do Senado brasileiro. Longe de ser um “terceiro turno” das eleições presidenciais, como vem alardeando a mídia, a eleição desta quarta-feira representa a última chance para a Câmara Alta reconquistar sua autonomia e seu poder efetivo – para não dizer sua dignidade – perante um Judiciário cada vez mais ditatorial e um Executivo que pretende reduzir o Congresso Nacional ao estado de subserviência total. A eleição de Rogério Marinho é a única luz no fim do túnel para o Senado. O resto é silêncio – e vergonha.
A eleição no Senado será o principal tema do Conexão KGB de hoje. Aguardamos você às 20 horas, nas redes sociais do BSM: Rumble, Gettr, Facebook, canal Brás Oscar e canal Silvio Grimaldo.
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